Todo mundo que persegue suas paixões e não nasceu em família abastada precisa de uma ocupação tradicional pra sustentar seu estilo de vida subversivo. No meu caso, me orgulho de ter vestido (e ainda vestir, muitas vezes) o chapéu de tradutora. Porque traduzir é construir pontes entre dois mundos, é emprestar a voz ao outro, é usar a linguagem como uma chave para abrir portais. E sinto que essas coisas estão em tudo o que eu faço.

Durante boa parte da minha vida adulta, minha fonte de renda principal foi esse mágico ofício de ler em uma língua e escrever em outra, em inúmeras formas. 

Embora eu ainda esteja envolvida com vários projetos bilíngues, hoje traduzo menos (até mesmo em vista da tendinite e da capsulite adesiva), neste espaço reside minha bibliografia publicada e eventuais comentários sobre algum volume. 

 
Tradutor, traidor.
— Provérbio italiano
 
O original é infiel à tradução.
— Jorge Luis Borges
 Aquarela (Helen Birch)  Tive o prazer de traduzir vários livros de arte para essa coleção linda da GG Editorial. Este finíssimo volume da Helen Birch,  Aquarela: Inspiração e técnicas de artistas contemporâneos  foi o mais recente deles. Como tinha acabado de fazer outro livro de aquarela, meus glossários estavam afiadíssimos. Leitura recomendada pra quem quer se inspirar e expandir as fronteiras com o pincel.

Aquarela (Helen Birch)

Tive o prazer de traduzir vários livros de arte para essa coleção linda da GG Editorial. Este finíssimo volume da Helen Birch, Aquarela: Inspiração e técnicas de artistas contemporâneos foi o mais recente deles. Como tinha acabado de fazer outro livro de aquarela, meus glossários estavam afiadíssimos. Leitura recomendada pra quem quer se inspirar e expandir as fronteiras com o pincel.

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